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Como já é tradição, o Gartner divulgou seu relatório com as tendências de tecnologia para 2022. Um dos mais respeitados e aguardados reports para quem atua na área, o material produzido pela consultoria global lança os holofotes para os pontos que considera mais relevantes para o mercado.

 

Mais uma vez, big data, machine learning, privacidade, segurança, inteligência artificial e outros temas marcam forte presença nas tendências tecnológicas apontadas pela consultoria. Para ler o relatório completo (em inglês), basta acessar o site do Gartner e fazer o download do material.

 

Agora, se você quer ver um resumo do que é mais relevante para nossos clientes aqui na UniSoma (e com tudo traduzido para o português), confira 5 tendências que selecionamos especialmente para você.

 

Boa leitura!

 

Tendências de tecnologia para 2022

 

1. Malha de segurança cibernética

Segundo o Gartner, até 2024, as organizações deverão reduzir o impacto financeiro de incidentes individuais relacionados à segurança em 90%. Isso só acontecerá, porém, para aquelas que adotarem uma malha de cibersegurança integrada a ferramentas que atuem como um ecossistema cooperativo.

 

Uma arquitetura de malha de segurança cibernética permite uma abordagem combinada baseada em identidade para criar um serviço escalável e interoperável. Assim, todos os ativos ficam protegidos, estejam onde estiverem — na nuvem ou em centrais de dados.

 

Diferentemente dos modelos tradicionais e fragmentados de segurança em TI, a malha de cibersegurança evita violações ao proteger de forma mais robusta toda a rede e os dados que integram sistemas e aplicações.

 

2. Hiperautomação

A hiperautomação é outra tendência tecnológica que surge com grande força em 2022. Cada vez mais, as empresas direcionam suas energias para aumentar o crescimento, a digitalização de seus processos e a excelência operacional. Isso está diretamente conectado a uma automação mais ampla e feita com mais qualidade.

 

Com a hiperautomação, a expectativa é de identificar, avaliar e automatizar o máximo possível os processos de negócios e de tecnologia da informação dentro de uma organização. Para isso, é necessário contar com plataformas específicas — RPA, plataformas low-code e ferramentas de process mining (mineração de processos).

 

É claro que as decisões sobre o que deverá ser automatizado devem ser pensadas estrategicamente, caso a caso — e o que funciona para uma empresa pode não dar certo em outra. Indicadores de qualidade, entre outros, devem ser avaliados em detalhes para que a hiperautomação traga os melhores resultados.

 

3. Inteligência de decisão

Até 2023, acredita-se que mais de um terço das organizações de grande porte terão analistas dedicados à inteligência de decisão — incluindo aí o modelamento de decisões.

 

Sabe-se que decisões podem ser influenciadas por experiências e preconceitos diversos. Ainda assim, elas devem ser tomadas com velocidade e qualidade cada vez maiores, para garantir que a empresa permaneça relevante no mercado.

 

Por isso, investir em inteligência de decisão é uma tendência tecnológica tão forte para 2022: ela qualifica a modelagem de decisões a partir de uma estrutura. Integrar dados, análises e IA permite criar plataformas de inteligência de decisão para dar o suporte necessário para aumentar e automatizar o processo.

 

4. Inteligência Artificial Generativa

A Inteligência Artificial Generativa é uma das melhores formas de promover inovação com mais rapidez nas empresas. Isso porque ela consegue gerar novos “artefatos” com base em dados de amostra, sem repetições.

 

Uma boa forma de começar é acelerar a produção de conteúdo e os esforços ligados à pesquisa e desenvolvimento. Selecionar usos comprovados de IA Generativa para ajudar na criação de novos produtos e aumentar sua personalização é algo que será cada vez mais visto no mercado.

 

Hoje, menos de 1% dos dados gerados pelas empresas vêm da IA Generativa, mas essa realidade deve mudar rapidamente. O Gartner aponta que, até 2025, cerca de 10% dos dados gerados devem vir dessa tecnologia.

 

5. Data Fabric

Embora o mercado já tenha despertado para o valor dos dados, ainda há um longo caminho pela frente. Muitos dados ainda permanecem isolados nos aplicativos, sem serem usados em sua total potencialidade.

 

O data fabric (que poderia ser traduzido livremente como “malha de dados”) permite a integração de dados entre plataformas e seus usuários. Isso faz com que esses dados fiquem disponíveis em todos os lugares onde eles são necessários — desde que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) seja respeitada, é claro.

 

Com sua capacidade de aprender quais dados estão sendo usados, o data fabric tem um valor incrível, já que possibilita que se façam recomendações para outros dados mais qualificados e diferenciados. Estima-se que isso reduza a necessidade de gestão de dados em uma organização em até 70%.

 

Para começar a implementar o data fabric já em 2022, o Gartner recomenda que sejam identificadas as áreas prioritárias da empresa para sua implantação. A análise de metadados (metadata analytics) pode ajudar a identificar os padrões atuais de uso de dados nas operações em andamento e servir como base para a tomada de decisão.

 

Mais uma vez, o Gartner fez uma análise bastante detalhada sobre as tendências de tecnologia para o mercado, desta vez focando no ano de 2022 e além, como você pôde ler ao longo do artigo. Consideramos esses cinco pontos como os mais importantes, por isso, não poderíamos deixar de destacá-los tanto para quem já é nosso cliente, quanto para o mercado brasileiro como um todo.

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho aqui na UniSoma e entender melhor como podemos ajudar sua empresa a colocar essas tendências tecnológicas em prática? Entre em contato com a gente!

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