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Os digital twins — também chamados de “gêmeos digitais”, em tradução livre — vêm chamando a atenção do mercado como um todo, inclusive na área de supply chain. Mais do que um termo da moda, no entanto, esse conceito deve ser compreendido da maneira correta, para que o mercado entenda seus reais benefícios e como colocá-los em prática com ótimos resultados.

Por isso, neste artigo conceituamos digital twins, explicamos quais são suas principais aplicações e como podem ser úteis no contexto de cadeia de suprimentos e finalizamos com uma explanação sobre como a UniSoma pode ajudar as empresas a desenvolverem seus próprios gêmeos digitais.

Continue com a gente para saber mais!

O que são digital twins?

A consultoria Gartner define digital twin ou gêmeo digital como “um padrão de design de software que representa um objeto físico com o objetivo de compreender o estado de um ativo, responder a mudanças, melhorar as operações de negócios e agregar valor”.

Ainda na dúvida? Pois a definição da IBM talvez seja um pouco mais simples de entender. A empresa conceitua digital twin como “uma representação virtual de um objeto ou sistema que abrange seu ciclo de vida, é atualizado a partir de dados em tempo real e usa simulação, machine learning e raciocínio para ajudar na tomada de decisões”.

Vamos tentar simplificar um pouco mais: é como se um sistema (o funcionamento de uma empresa, por exemplo). Ou até mesmo se um objeto (como um equipamento dessa empresa), fosse duplicado virtualmente para uma série de atividades: realização de testes, implantação de melhorias e até mesmo análise de seu funcionamento.
Assim, torna-se possível analisar, fazer testes e até mesmo previsões mais exatas a respeito da operação sem interferir nela de fato. Um exemplo é a probabilidade de um equipamento quebrar ou apresentar mau funcionamento em determinado período, por exemplo. A essa tecnologia que permite a “duplicação” do sistema ou objeto se dá o nome de digital twin.
A turbina de um avião é um exemplo de “objeto” que podemos duplicar virtualmente para que sejam feitos testes e análises. Assim, evita-se problemas como a quebra durante um voo, trazendo mais segurança para todos. O organograma e o funcionamento de uma fábrica, por sua vez, são um exemplo de “sistema” que pode ter um gêmeo digital, no que se é possível simular mudanças na forma de trabalhar, na localização de equipamentos e trabalhadores, na quantidade de pessoal, entre outras.
No entanto, há alguns pré-requisitos importantes para se colocar os digital twins em prática. Uma grande quantidade e variedade de dados e equipamentos dotados de acesso à internet (dentro do conceito de Internet das Coisas — IOT) são essenciais para que os gêmeos digitais possam ser desenvolvidos.

Quais os principais tipos de digital twins?

 Há três tipos principais de digital twins:

Digital twins de produtos

Os “gêmeos de produtos” simulam objetos separados. Imagine uma empresa que desenvolve um protótipo virtual de um determinado item antes de colocá-lo na linha de produção em massa. Dessa forma, é possível analisar como esse produto funcionará em diversas condições, que problemas podem ocorrer, seus níveis máximo e mínimo de desemprenho, entre outros aspectos. Assim, torna-se viável a realização de ajustes.
Mas os “gêmeos de produtos” não perdem sua utilidade após seu lançamento no mercado. Eles ainda podem ser usados para controlar o desempenho do produto no mundo real, após sua chegada aos consumidores.

Digital twins de processos

Os “gêmeos de processos” são responsáveis ​​pela realização de simulações. Imagine a idealização de um processo de manufatura. De forma virtual, é possível criar cenários de como ele ocorreria na prática e, assim, analisar resultados em diferentes situações. Dessa forma, as empresas podem desenvolver a metodologia de produção mais eficiente.

Digital twins de sistemas

Os “gêmeos de sistemas” são cópias virtuais de sistemas reais. Lembre-se do exemplo que já usamos neste texto: uma fábrica é um tipo de sistema que pode ter um digital twin. Uma das utilidades deste gêmeo é coletar grandes quantidades de dados operacionais, que permitem analisar e obter insights. A partir daí, melhorias e implementações podem ser colocadas em prática, buscando otimizar as atividades.

Quais as principais vantagens de investir em “gêmeos digitais”?

Ao simular determinadas situações virtualmente, há uma série de ganhos e benefícios, que vão desde a economia de tempo, redução de custos até o teste de diferentes soluções. A já mencionada melhoria de processos pode incluir a manutenção preditiva — como a identificação antecipada de gargalos, momentos de ociosidade, falta de materiais, entre outros.
No fim das contas, soluções como os digital twins agilizam a tomada de decisões e facilitam o dia a dia. Eles podem, inclusive, permitir o replanejamento com base em dados quentes, em projetos de curto prazo. Rapidamente, os gêmeos digitais mostram o que é possível de acontecer em determinado cenário, e inclusive simular os impactos que as decisões podem ter antes mesmo de serem tomadas. Com essas informações em mãos, a reconfiguração da cadeia através do otimizador (solução analítica como conhecemos) se torna perfeitamente viável, mitigando impactos.

Como aplicar digital twins no contexto da cadeia de suprimentos?

As organizações criam e mantêm digital twins dentro do contexto de cadeia de suprimentos para gerenciar suas redes. Os gêmeos digitais têm os seguintes papéis:
  • fornecem visibilidade horizontal;
  • ajudam da redução de custos;
  • identificam oportunidades a partir da descoberta de padrões;
  • eliminam ineficiências ao entender quais são suas causas raízes;
  • criam planos responsivos para interrupções em potencial;
  • otimizam processos, entre outros benefícios.
No entanto, para chegar lá é preciso completar uma série de etapas. Entre elas: mapear os processos e ativos da organização, determinar as fontes de dados a serem usadas pelos digital twins e modelá-lo com base nessas informações.
Ter uma conexão com dados em tempo real (dados quentes) também é fundamental para alcançar a agilidade prometida pelos digital twins.
Seguindo esses passos, as vantagens de investir em digital twins ficam mais evidentes. A simulação de operações proporciona insights importantes que, aliados ao aprendizado de máquina (machine learning), continuarão trazendo conhecimento e oportunidades de melhoria contínua.
Na sequência, a oportunidade de ganhar escala e trazer melhorias constantes para os processos operacionais permitirão uma evolução e uma expansão cada vez maior do negócio.

Como a UniSoma pode customizar soluções baseadas em digital twins?

Cada cliente tem uma dor, e a UniSoma desenvolve seus projetos baseada nos relatos trazidos por eles. Se avaliar-se que os digital twins podem trazer benefícios para a cadeia de suprimentos de uma empresa, a solução será considerada.
Mas antes de partir para o trabalho, é preciso entender se o cliente tem os pré-requisitos necessários. Conta com dados relevantes para o desenvolvimento do projeto? Seus equipamentos estão conectados à internet (IoT)? Sem isso, não é viável desenvolver um digital twin, ao menos não no seu no conceito original.
Em caso positivo, a UniSoma desenvolve digital twins sob medida.
Faz isso aliando os dados à necessidade apontada pelo cliente para prover soluções que façam a diferença nos diferentes aspectos que compõem o supply chain. Entre eles, estão a melhoria da eficiência, redução de perdas, previsão de quebras, otimização de processos, entre outros pontos-chave desse mercado.
Esperamos que o conceito de digital twins tenha ficado claro — especialmente dentro do contexto de supply chain. Afinal, embora seja um tanto complexa, essa tecnologia tem condições de ajudar as organizações a organizar seus processos. Isso com base em testes, análises e outros aspectos que compõem o trabalho dos “gêmeos digitais”.

Em caso de dúvidas sobre o tema, ou ainda se quiser saber mais a respeito de como a UniSoma pode ajudar sua empresa com digital twins, entre em contato com a gente! Teremos o maior prazer em te ajudar!

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