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Transformação digital e inteligência de dados

Leia com atenção a afirmação a seguir: “Vivemos em um mundo com excesso de informação, em que a enorme quantidade de dados aos quais as pessoas são expostas diariamente é prejudicial em todos os sentidos.” Agora, pense e responda: a que circunstância você acha que a frase se refere?

 

Se você pensou nos dias atuais, sinto decepcioná-lo. Estas palavras foram proferidas no século XIV por Conrad Gessner, cientista suíço, em referência à prensa mecânica. Estudiosos da época acreditavam que o conhecimento era perigoso às pessoas comuns e que a prensa mecânica democratizaria informações, trazendo riscos à sociedade.

 

Passados cinco séculos, podemos garantir que Conrad Gessner e seus contemporâneos ficariam surpresos ao ver o que é, de fato, uma enorme quantidade de dados. E como estavam equivocados sobre perigo da disseminação do conhecimento às pessoas, fator essencial para o progresso das sociedades, para o desenvolvimento de inovações e para chegarmos até os dias de hoje. Se estamos vivenciando a era da transformação digital, se temos inteligência para capturar dados, se podemos criar objetos conectados, se conseguimos analisar, medir e prever, foi porque o conhecimento não apenas foi produzido, mas difundido e compartilhado.

 

Transformação digital

Ainda que muitos acreditem que a transformação digital se refira à adoção massiva de novas tecnologias, ela vai além. Trata-se de uma verdadeira revolução digital no mundo dos negócios, viabilizada pelos avanços da tecnologia. Tudo está mais rápido, o volume de informações é gigante, as pessoas estão mais exigentes, há sensores por todos os lados e as possibilidades são ilimitadas.

 

Diante deste cenário, as empresas se veem desafiadas a adotar novos processos para orientar suas estratégias corporativas. A edição 2018 do Relatório Global State of Enterprise Analytics, estudo realizado com 500 profissionais de TI pela consultoria global de pesquisa Hall & Partners, sob coordenação da MicroStrategy, é categórico. “Esteja você pronto ou não, o futuro está aqui. Organizações corporativas orientadas a dados (data-driven) que forem capazes de usar a tecnologia para transformar a experiência do cliente e que forem as primeiras a descobrir e entregar novos modelos de negócios, serão disruptivas no mercado.”

 

Tanto é que 90% das organizações apontam investimentos em analytics como chave para suas estratégias de transformação digital, devendo acelerar os desenvolvimentos nos próximos cinco anos, com foco em eficiência de processos e custos, direcionamento de estratégias e mudanças.

 

Inteligência de dados

Empresas já entenderam que processos bem-sucedidos do passado não são garantia de bons resultados no presente. Uma evidência deste fato é a lista das 500 Maiores Empresas da Fortune – apenas 12% das empresas listadas há 60 anos existem hoje em dia. Ou seja, é preciso pensar, planejar e agir diferente, tirando máximo proveito do valioso recurso disponível nos dias de hoje: os dados.

 

Por si só, de maneira isolada, não significam muito. Assim como o petróleo, precisam ser refinados para ganhar relevância. Transformar dados amplos em informação de valor demanda técnicas modernas de inteligência para estruturar um ambiente Big Data a fim de reunir, selecionar, analisar e levantar insights preciosos para o direcionamento estratégico e a tomada de decisões. Com potencial de transformar negócios, melhorar a eficiência operacional e atender demandas dos clientes, soluções de Advanced Analytics são essenciais ao processo de transformação digital.

 

Ainda assim, apenas 17% dos entrevistados brasileiros declararam que a maturidade de sua empresa corresponde a uma arquitetura sofisticada, com governança, estruturas de segurança, acesso a Big Data, tecnologias móveis e preditivas. Uma oportunidade enorme a ser explorada e reconhecida como estratégica quando os profissionais são questionados sobre a finalidade do uso de dados e analytics em suas as organizações:

  • Orientar estratégias e mudanças;
  • Direcionar processos e eficiência de custos;
  • Gerenciar de riscos;
  • Monitorar e melhorar performance financeira;
  • Monitorar o mercado, a fim de atrair e reter clientes;
  • Analisar como produtos e serviços são utilizados atualmente.

 

Ainda, de acordo com o levantamento, 51% das empresas brasileiras declaram utilizar o Analytics como aplicação de inteligência aos negócios. É urgente evoluir neste sentido. Paralelamente, encontrar o equilíbrio entre risco e oportunidade no processo de transformação digital pode constituir o passo determinante para o sucesso da sua empresa.

 

A UniSoma possui o know-how e as soluções ideais para te auxiliar neste desafio, com capacidade para gerenciar grandes volumes de dados, conduzir processos avançados de análises e desenhar uma ferramenta sob medida às suas necessidades. Entre em contato para saber como tomar decisões mais rápidas e efetivas e criar vantagem competitiva a partir da configuração de uma empresa mais inteligente.