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O mercado educacional sempre foi bastante dinâmico e exigiu dos gestores rápidas proposições de alternativas para sustentabilidade e/ou crescimento do modelo de negócio.

 

Foi assim quando os aportes do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) foram reduzidos — e que impactou drasticamente as instituições — e é assim toda vez que surge uma nova normativa do Ministério da Educação (MEC), por exemplo.

 

Os que conseguem se adaptar rapidamente e levar dinamismo ao seu planejamento têm mais chances de prosperar (ou mitigar os danos). A mesma coisa aconteceu quando eclodiu a pandemia da Covid-19 no Brasil. Em questão de uma ou duas semanas, as instituições tiveram que incorporar às suas já complexas variáveis outras ainda mais desafiadoras.

 

O timetable, que estava pronto — com a definição de classes em horários e salas específicas, considerando restrições de vagas, tamanho do espaço físico, disponibilidade de docentes, etc. — precisou ser totalmente alterado. Em pouquíssimo tempo.

 

As aulas presenciais foram consideradas uma atividade de aglomeração, com riscos para a disseminação da Covid-19, então a pandemia trouxe grande impacto à essa cadeia de prestação de serviços da área educacional.

A adaptação mais ágil tomada pelas instituições foi migrar para um modelo de ensino a distância, com aulas ao vivo por streaming ou gravadas e disponibilizadas em plataformas. Mas esse modelo também tem suas limitações.

 

Isso porque certas disciplinas requerem espaços físicos adequados e com equipamentos específicos — como um laboratório de química, de anatomia ou uma enfermaria — e há cursos que exigem estágio probatório para serem concluídos.

 

Nestas situações, a saída era uma só: as instituições tiveram que remanejar os alunos, reprogramar suas aulas ou buscar adequar a operação para lidar com baixa ocupação e maior frequência. Os impactos eram inevitáveis, mas o “tamanho” deles dependia de uma gestão eficiente e proativa — e foram bem menores para quem contava com uma solução de Inteligência Artificial.

 

As vantagens de uma solução de Inteligência Artificial na Educação

 

Ter uma ferramenta de Inteligência Artificial (IA) e Advanced Analytics (AA) na Educação deu subsídio para que gestores analisassem as alternativas de maneira rápida e eficiente. Assim, temos cases de clientes que mostram como foi possível testar diferentes cenários, analisar os seus impactos e evoluir o planejamento das suas operações até um resultado que equilibrasse todos os objetivos da instituição.

 

Umas das grandes vantagens em usar IA e AA na Educação é a possibilidade de customização dos modelos. Sem essa característica, não conseguiríamos simular, por exemplo, a decisão de aulas presenciais ou via videoconferências.

 

Também não seria possível incluir um novo objetivo reduzindo a quantidade de disciplinas práticas ou estágios para os próximos semestres. Em nossos clientes, todas as modificações implementadas em tempo recorde permitiram a tomada de decisão mais assertiva para cada momento.

 

E houve inclusive quem vislumbrou oportunidades no modelo híbrido de ensino. Sem limitação física, a operação em meio virtual se torna escalável, o que pode incidir em economia de custos e maior flexibilidade aos alunos. Mas essa talvez seja uma decisão para um outro momento — mesmo que esteja bem próximo.

 

O que podemos esperar da IA na Educação

 

Agora, as instituições ainda caminham em areia pouco compacta. Um novo semestre se avizinha em meio às incertezas e questionamentos: a vacinação estará concluída? Será eficaz? As aulas voltarão à normalidade? Os alunos irão ansiar por novos modelos de ensino?

 

Acredito que, infelizmente, ainda não estamos na situação pós-pandemia — ou mesmo próximos a ela. Os efeitos da Covid-19 irão seguir por todo 2021 e provavelmente levarão reflexos a 2022. Mas a história desse período de pandemia, embora curta e recente, já mostra que se sobressai quem tem repertório de dados para a tomada de decisão sobre perspectivas futuras.

 

Ou seja, estar preparado para poder redirecionar as estratégias — a qualquer momento, circunstância e quantas vezes for necessário — é essencial para que o impacto seja o menor possível, para redução de custos e, principalmente, para manutenção de um ensino de qualidade.

 

A cada semestre teremos novas diretrizes, objetivos e limitações de como podemos operar. Quem tiver dificuldade para direcionar seu barco a cada normativa, demorará mais tempo para sair da tormenta. E ter uma ferramenta de otimização que se adapta a cada situação é fundamental, assim como contar com um parceiro com expertise no setor educacional.

 

A UniSoma é especialista no desenvolvimento de soluções baseadas em Inteligência Artificial, responsável pelo projeto de Advanced Analytics da Kroton. Agora, acaba de adquirir a Zero Gap, que atende a YDUQS — mantenedora da Universidade Estácio de Sá.

 

As duas empresas se unem para oferecer ao ramo da educação as aplicações mais assertivas de analytics. São soluções que preveem o planejamento de espaço físico, o ensalamento de alunos, a enturmação, a oferta de disciplinas por semestre, a otimização de disponibilidade de docentes, mas não é só isso.

 

São ferramentas que colocam as instituições em posição de antecipação, definem rotas para os mais variados cenários e abrem margem para que os gestores consigam analisar as KPIs necessárias para a sustentabilidade e crescimento da sua organização. A cada passo, a melhor solução é encontrada.

 

Luis Franco de Campos Pinto é Mestre e Bacharel em Matemática Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas. Hoje atua como Gerente Executivo de Contas da UniSoma, sendo responsável pelo Squad Zero Gap e seus clientes.

 

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