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Inteligência Artificial será usada na cadeia de suprimentos por 50% das empresas até 2024, segundo Gartner

No começo de 2021, a Gartner publicou um estudo que analisa as tecnologias que prometem transformar a área de Supply Chain nos próximos anos. O material distingue essas soluções em dois grupos: primeiro, as tecnologias digitais que estão chegando no seu estágio de maturidade e, com isso, ditam novos paradigmas para manter a performance das cadeias de suprimentos. O segundo grupo é o das inovações mais quentes que devem entrar no radar dos gestores a partir de agora.

 

Entre tantas informações importantes, um ponto específico do relatório chama a atenção: até 2024, 50% das organizações terão Inteligência Artificial incorporada em sua cadeia de suprimentos.

 

Esse dado consolida um cenário que já vinha sendo desenhado no mercado. É fato que as decisões serão, cada vez mais, apoiadas em uma análise refinada de dados, deixando pouca margem para decisões baseadas em feeling.

 

Segurança analítica para tomar as decisões corretas

Na área de Supply Chain, já podemos ver algumas transformações que a Inteligência Artificial resultou. Um exemplo disso são os algoritmos de machine learning, capazes de analisar e cruzar grandes volumes de dados sobre produtos, prazos, canais de distribuição, custos operacionais e outras variáveis.

 

Com isso, os gestores têm acesso a informações que dificilmente seriam obtidas com a mesma velocidade e grau de complexidade utilizando outras tecnologias. O resultado disso é muito claro: uma visão mais ampla e sistematizada sobre o mercado, as operações da empresa e a sua relação com parceiros e concorrentes.

 

Se essas perspectivas aguçaram sua curiosidade pelo que está por vir, acompanhe as outras previsões trazidas pelo estudo:

 

Segurança analítica para tomar as decisões corretas

A área de Supply Chain vem recebendo investimento massivo em inovação, o que traz muitas novidades para o mercado. Mas, segundo o vice-presidente analista da Gartner, Dwight Klappich, é importante ter consciência de que toda tecnologia nova traz riscos e oportunidades para as empresas.

 

Essa visão está alinhada ao que temos falado há algum tempo: nos próximos anos, o gestor que incorporar inteligência de dados nas suas estratégias corporativas terá mais insumos para identificar e se antecipar aos desafios das cadeias de suprimentos. São essas informações que dão segurança no momento de optar por incrementos tecnológicos.

 

Sabendo disso, vamos conhecer as tendências que ativam o radar dos gestores de Supply Chain. Em um prazo de três a cinco anos muita coisa irá mudar – entenda como a inteligência artificial deve impactar na gestão de cadeia de suprimentos.

 

Gestão & Tecnologia

A primeira delas é uma mudança de foco na própria gestão. Até 2025, em 50% das empresas, as áreas de Supply Chain terão uma cadeira de tecnologia responsável pela transformação digital, respondendo diretamente ao diretor da área de supply.

 

Sistemas Robóticos

Além disso, outra tendência é a busca pelos sistemas robóticos goods-to-person (G2P), representando uma demanda que vai quadruplicar até 2023. A procura está em alta devido a duas necessidades dos gestores de centros de distribuição. A primeira é a movimentação de mercadorias com pouco ou nenhum contato entre pessoas, necessidade que foi imprescindível para manter a segurança das operações durante a pandemia.

A segunda necessidade é o aumento de produtividade. Isso porque esses sistemas aceleram o manejo de mercadorias. Assim, eles otimizam a densidade de armazenamento ao longo desse caminho. A Gartner, inclusive, prevê que essa tecnologia deve continuar crescendo no período pós-pandemia. Por isso, é importante planejar os rumos das companhias para esse momento.

 

Consumidores

Por falar em manejo das mercadorias nos armazéns, as inovações desse momento também atingem a outra ponta da logística, na qual o contato com os consumidores é mais direto.

 

Um exemplo são as plataformas de visibilidade de transporte em tempo real, que até 2023 devem ser adotadas por 50% das empresas globais centradas em produtos. Essa necessidade pode ser observada no nosso mercado: só no Brasil, cerca de 7 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra on-line em 2020. Essa nova leva de consumidores demanda que o serviço de transporte seja mais amigável à sua experiência de usuário. Com isso, aumenta-se a transparência e a confiança em serviços intermediados por tecnologia digital.

 

Essas plataformas de visibilidade em tempo real, entretanto, são só uma entre várias tecnologias que melhoram os serviços e a relação com os consumidores. É esse potencial que a equipe da UniSoma destaca ao mostrar que os recursos analíticos avançados abrem um leque de possibilidades para as empresas otimizarem rotas, oferecerem uma melhor previsibilidade de demandas e melhorarem a sua gestão de pessoas.

 

Torres de Controle

Por fim, a última previsão do estudo conversa com a mudança de mentalidade que o mercado espera das companhias. O relatório afirma que há um aumento na busca pelas torres de controle na gestão de Supply Chain. No entanto, menos de 5% dessas torres atingirão o seu potencial de ponta a ponta até 2023. Isso ocorre porque, na maioria das companhias, essa tecnologia tem estrutura isolada, limitando seu potencial de integração com as demais áreas das empresas.

 

Aproveitando inovações e o potencial da Inteligência Artificial na cadeia de suprimentos

Então, om essas inovações que estão redesenhando o mercado, um cenário fica claro: as empresas precisam ter em mãos um diagnóstico que identifique o seu estágio de maturidade no uso de recursos analíticos avançados e outras tecnologias digitais. Com esse perfil traçado, estará dado o primeiro passo para abandonar um modelo de gestão baseado na intuição e promover uma gestão mais analítica.

 

Em seguida, é preciso encontrar um parceiro que desenvolva soluções embasadas pela Inteligência Artificial e que tenha experiência em elevar o nível das decisões estratégicas de seus clientes. Afinal, nos ambientes dinâmicos e cheios de incertezas como o de agora, o uso de modelos estatísticos e algoritmos automatizados permite criar planejamentos mais robustos. E eles apresentam uma visão sistêmica dos problemas e objetivos das empresas.

 

Se você se interessou por essas soluções e quer começar a transformação da sua empresa o quanto antes, faça contato hoje mesmo com a UniSoma.