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Esta é a década dos dados. Você está preparado?

Por mais indícios que haja sobre os avanços que devem ocorrer nos próximos anos, é difícil ser categórico sobre quais tendências tecnológicas vão, de fato, se tornar realidade no futuro. No entanto, uma previsão é mais do que certa: para o bem ou para o mal, os dados seguirão soberanos ao longo da próxima década, mantendo o posto de um dos elementos com maior potencial de geração de valor para os diferentes setores da economia. Cada vez mais produtos e serviços serão baseados ou terão um componente de dados, demandando soluções analíticas para extraírem valor e direcionarem estratégias de negócios.

Se você já vem estruturando seus negócios para lidar com este fenômeno, é fundamental que siga evoluindo neste rumo. Por outro lado, se ainda trabalha com dados de forma incipiente, o momento de começar a agir é agora. O quanto antes se preparar, reconhecer os indícios de que é hora de mudar a forma de fazer a gestão de dados e implementar uma gestão e cultura baseadas em informação, maiores são as suas chances de sucesso. Vamos lá?

 

Avanço dos dados

Quando o assunto é dados, segundo a International Data Corporation (IDC), a previsão é que a quantidade de dados criados em 2020 cresça 44 vezes, atingindo 35 zettabytes (ou 35 trilhões de gigabytes).

É um ciclo virtuoso, no qual quanto mais dados disponíveis, mais dados são gerados, quebrando paradigmas, impulsionando em inovações, gerando lucros e criando novos desafios. Isso se deve ao aumento da velocidade de processamento e ao desenvolvimento contínuo de ferramentas e sensores para criar, captar, compartilhar e consumir dados. Expectativas sobre a democratização de redes 5G e internet por satélite impulsionam ainda mais este fato.

Cabe às empresas aprimorar a forma como preparam, gerenciam e analisam este volume gigante coletado, visando alimentar seus algoritmos, validar modelos de advanced analytics e extrair insights valiosos para tomadas de decisão assertivas aos negócios.

 

Requer agilidade

Ainda que seu negócio não consiga acompanhar a alta velocidade de avanço dos dados, é preciso ter agilidade na condução dos processos e nos desenvolvimentos. Contar com auxílio de tecnologias é essencial, pois são elas que permitem que uma tomada de decisões inteligentes, com base em análises avançadas sistemáticas que nenhum ser humano, por mais capacitado que seja, seria capaz de executar com a mesma rapidez e objetividade.

Na era digital, diante de um mundo altamente conectado, dados internos de produção são combinados a informações externas, de mercado e clientes, em tempo real, e as variáveis são inúmeras. Qual a melhor combinação entre elas para tomar uma decisão de negócios? É aí que a ciência de dados entra em cena e faz toda a diferença, ao identificar padrões e correlações entre os dados, por meio de técnicas computacionais e estatísticas avançadas capazes de gerar insights para as diferentes áreas da empresa.

 

Cultura de dados e analytics

Implementar uma cultura de dados e tirar proveito de todo o potencial gerado pelo analytics é um processo organizacional que demanda preparo, inteligência e acompanhamento. E, a menos que a empresa seja uma nativa digital, é preciso que haja sensibilização e alinhamento entre pessoas e tecnologias de todos os níveis hierárquicos e departamentos. Isso porque, a tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer milagres.

Uma cultura de Data Driven vai além de ferramentas de última geração, demanda a implementação de uma dinâmica de trabalho baseada na colaboração e experimentação. Nela, as pessoas precisam aprender e serem incentivadas a fazerem perguntas para as quais talvez não tenham respostas. Além disso, as decisões corporativas precisam estar embasadas por análises geradas por ferramentas de modelagem alimentadas por dados.

E, fundamentalmente, precisa ter foco centrado no cliente, buscando promover experiências diferenciadas e fomentar soluções que façam sentido a ele. Simplicidade e personalização são palavras-chave nesse contexto.

 

Vantagens de ser Data Driven

Por melhor que sejam o instinto e a experiência das pessoas em uma empresa onde a cultura de dados ainda não está enraizada, em longo prazo os resultados tendem a ser insatisfatórios, principalmente em relação aos concorrentes diretos. Uma organização orientada por fatos e dados apresenta consistência, feedback, agilidade, alto nível de confiança nas decisões e longevidade.

O feedback, por exemplo, acontece praticamente em tempo real, permitindo conhecer o que está dando certo e o que não está, atendendo aos anseios dos clientes com novos produtos, ofertas e serviços. A agilidade na tomada de decisões é outro diferencial, permitindo que os gestores ajam rapidamente sobre insights gerados, com mais confiança nas decisões.

Outra vantagem é a responsividade. Dados permitem identificar tendências e padrões por meio de análises preditivas que resultam em abordagens proativas dos negócios. Como consequência, campanhas tornam-se mais otimizadas, contribuindo com a fidelização de clientes; fraudes e vulnerabilidades podem ser detectadas e corrigidas rapidamente; e os riscos são reduzidos de maneira significativa.

 

Enquanto os desenvolvimentos tecnológicos mais importantes da década passada foram a Inteligência Artificial e o Machine Learning, abrindo caminhos para novas formas de fazer negócios, a tendência para os próximos anos é seguir aprimorando estas tecnologias, com o auxílio de dados cada vez mais qualificados.

Sair de uma vez por todas do analógico e burocrático, e migrar para uma cultura de dados ágil é capaz de revolucionar o seu negócio e a UniSoma é a parceira ideal para te auxiliar nesta jornada. Entre em contato e entenda como podemos te ajudar a desenvolver soluções de suporte à decisão que agreguem valor ao seu negócio.